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Categoria: Design Digital Presença Online

O que um bom site deve ter para fazer sucesso em 2019?

Por Alessandro Traversi - Tempo de leitura: 4min
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Entender o que um bom site deve ter nos dias de hoje — em que a vida também acontece no meio digital e em vários tipos diferentes de dispositivos — é de extrema importância para quem quer fazer do site da empresa muito mais do que um mero cartão de visitas, mas um diferencial da marca, uma verdadeira ferramenta de marketing digital.

Um site contemporâneo precisa ir além: considerar alguns aspectos para oferecer ao usuário funcionalidades práticas e exclusivas, além é claro de um visual bonito e de fácil fruição. Já foi o tempo de que ter um site responsivo era diferencial. Hoje é obrigatório para não perder oportunidades de negócios.

Nesta ótica como ir além? Quais diretrizes e recursos urgem serem considerados para que o seu website tenha ainda mais sucesso em 2019? Conheça nesse artigo quatro recursos que um bom site precisa ter em 2019, para se diferenciar melhorando SEO e a conversão. Acompanhe!

1.Content the king: mas não apenas!

É fato: as pessoas acessam sites em busca de conteúdo, ou seja, ele é a razão de um site existir. Há quem ainda não acredite na estratégia, mas é de extrema importância oferecer ao usuário um conteúdo relevante (qualidade acima de tudo!) e capaz de estabelecer a sua marca como autoridade no seu segmento.

Seja produto, seja serviço, informação ou entretenimento, o conteúdo é a essência de um site. Além de pertinente à temática da empresa, ele precisa ser pensado para atender às expectativas do usuário e ser encontrado pelos mecanismos buscas. Ou seja, o SEO continua sendo tão importante quanto sempre foi.

2.PWA (Progressive Web Apps): muito mais do que responsivo

Cada vez mais pessoas acessam aplicações por meio de dispositivos móveis, mas também cresce o número de usuários que deixam de acessá-las para não precisarem instalar mais um app em seus aparelhos — muitas vezes, com o espaço já lotado.

O conceito de PWA tem ganhado mais espaço, já que permite que aplicativos rodem a partir de servidores, sem a necessidade de instalar nada no dispositivo. Ele garante mais acessibilidade, já que se pode entrar nele por meio de um URL — e ainda é indexado por mecanismos de busca, o que faz com que ele se sobressaia.

Além disso, também oferece funcionalidades como geolocalização, notificações, operações em tempo real e acesso offline, entregando aos usuários uma experiência ágil e completa.

3.SPA (Single Page Application): tudo em menos tempo

São aplicações que mesmo rodando em dispositivos diferentes, como smartphones, smart TVs ou computadores, conversam entre si de modo muito mais ágil, já que compartilham uma mesma base de dados.

Dessa forma, além de garantirem escalabilidade para grandes projetos, ainda permitem que os usuários realizem algumas operações com muito mais velocidade.

4.Offline First: mobilidade até sem internet

A mobilidade trouxe alguns contratempos, como locais onde não é possível se conectar à internet. É nesse contexto que entra o offline first, priorizando o desenvolvimento que torne possível o acesso às aplicações mesmo com a falta de conexão.

A tecnologia busca aperfeiçoar os métodos de armazenamento de informações no navegador e ter mais controle sobre o comportamento do cache. Além disso, ela também é capaz de detectar mudanças de conectividade e de salvar e sincronizar dados em função dessas alterações.

Uma presença online bem planejada começa com um site bem desenvolvido, principalmente do ponto de vista da programação. Por isso, esses recursos que acabamos de ver farão toda a diferença para que ele atraia ainda mais visitantes e assim potenciais clientes.

Leia também: É possível usar a inteligência artificial para conhecer o consumidor?

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Alessandro Traversi

Alessandro Traversi (Webdesigner):

Designer gráfico e mestre em design sistêmico pelo Politecnico di Torino. Especialista em projetar interfaces web, experiência do usuário com particular atenção a ergonomia, além de estudar programação frontend continuamente. Na Itália desenvolveu trabalhos para o centro de pesquisa da Fiat (com foco na ergonomia de interfaces) e para diversas agências de comunicação. Alessandro é apaixonado por tecnologia, animes, artes marciais e pelo Brasil.

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